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 A coluna Papo Reto Jurídico traz uma análise jurídica, direta e acessível, das principais notícias da semana no Rio de Janeiro que tenham relevância para o direito administrativo e constitucional. A ideia é olhar para fatos concretos da vida pública e mostrar, de forma clara, quais são os temas jurídicos envolvidos em cada caso.

Mais do que comentar notícias, a coluna busca explicar como questões ligadas à atuação do poder público, aos direitos fundamentais, ao controle da Administração e à organização do Estado aparecem nos acontecimentos da semana. Tudo isso com linguagem leve, mas sem perder o cuidado técnico.

O Papo Reto Jurídico é produzido por membros do GDAC, grupo de pesquisa administrado pelo CEEJ, e pretende aproximar a pesquisa jurídica do debate público, levando ao leitor análises atuais, objetivas e juridicamente bem fundamentadas.

Coordenação: Dr. João Victor Tavares Galil e Me. Alexandre Magno Antunes de Souza.

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Navegue pelos artigos da nossa coluna jurídico-jornalística

Âncora de topo de página
Âncora 16
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Por Wallace Almeida

As críticas ácidas à Lei Rouanet e ao setor Cultural no Brasil parecem não conhecer a importância desses elementos para o desenvolvimento de um país. Ao contrário do que o senso comum sustenta, a cultura envolve geração de empregos, movimenta o turismo e criar oportunidades de negócios. É uma política pública que envolve além de espetáculos de artistas grandes, a revitalização de museus e de teatros pelo país afora. Quanto a Lei Rouanet, por outro lado, é uma forma de o Estado fomentar esse setor com descontos fiscais para empresas que patrocinem espetáculos ou projetos em bibliotecas e museus. A política pública no setor cultural por essa lei movimentou, em 2024, R$ 25,7 bilhões na economia brasileira e ajudou a sustentar aproximadamente 228 mil empregos. Mas ainda assim, há um necessário debate sobre a mesa: a reforma tributária.

Âncora 15

A HMobi, controladora das concessionárias MetrôRio e MetrôBarra, deverá ter em breve uma fatia de sua participação acionária adquirida por um novo investidor.

Por Renan Marcondes Facchinatto

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Âncora 14

Com o aumento crescente de bicicletas elétricas, ciclomotores e patinetes elétricos, o município do Rio de Janeiro se deparou com um problema enfrentado por outras capitais: como garantir a segurança de trânsito e mobilidade dos condutores desses veículos, dos ciclistas que pedalam com suas bicicletas convencionais e dos pedestres? Diante desse problema, o Rio decidiu expedir o Decreto nº 57.823/2026 para regulamentar o uso desses veículos pela cidade. O problema, porém, é que alguns dispositivos dessa norma municipal podem ser alvo de Ação de Controle de Constitucionalidade.

Âncora 13

Depois do Porto Maravilha que revitalizou a região portuária do Rio de Janeiro, o munícipio segue com projeto ousado que deve impactar o cenário urbanístico dos arredores do Sambódromo: Praça XI Maravilha. Mas o projeto gera preocupação para a questão é que essa inovação pode trazer riscos aos atuais moradores dos bairros do Estácio e Cidade Nova, que temem o risco de gentrificação da região.

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Por Carolina Barros Fidalgo

A dança das cadeiras para a ocupação da cadeira do governo do Estado do Rio de Janeiro segue ao descompasso se vai haver novas eleições diretas ou não. E o grande dilema se deu por conta de duas decisões contraditórias entre si. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sustenta em sua decisão de que cabe à Assembleia Legislativa em uma eleição indireta. Esse entendimento, contudo, choca com os precedentes do Supremo Tribunal Federal (STF) que em situações parecidas decidiu pelas novas eleições com o povo votando, ou seja, que a escolha do governador do Rio de Janeiro seja feita de forma direta. Diante dessa dissonância de vozes, o Partido Social Democrata (PSD) no estado fluminense então apresentou recurso de reclamação no STF para que a eleição não seja pela Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), mas pelo próprio povo.

Âncora 12
Âncora 11

O Rio de Janeiro não é para amadores como afirmam os populares. Vemos que essa frase do senso comum do carioca não é dita à toa, quando nos deparamos com o histórico de incertezas de seu governo. Com isso cresce a insegurança jurídica de como será o amanhã no estado fluminense. Enquanto se prolonga, inesperadamente, a condução interina do governo do Estado do Rio de Janeiro; a pari passu das discussões sobre o caminho político-institucional que será definido pelo Supremo Tribunal federal (STF), se avizinha uma questão regulatória complexa: o vencimento de 3 dos 5 mandatos de conselheiros da Agência Reguladora de Serviços Públicos Concedidos de Transportes Aquaviários, Ferroviários, Metroviários e de Rodovias do Estado do Rio de Janeiro (AGETRANSP).

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Por Vinícius dos Santos Silva

O Estado do Rio de Janeiro tem enfrentado uma grande crise institucional e um dos debates atuais está em torno dos cargos comissionados. Mesmo sendo exceção constitucional à regra geral de contratação de pessoal pela Administração Pública para casos específicos, os cargos comissionados têm sido vistos como um problema para a moralização do estado fluminense. O problema é tamanho que no dia 06 de maio foi publicado o Protocolo de Integridade e Compliance para Contratação e Nomeação, no Diário Oficial do Estado no dia 06 de maio através de Resolução GSI n°235.

Âncora 10
Âncora 9

O constituinte originário de 1988 limitou a atuação dos Municípios na segurança pública à estrita preservação do seu patrimônio e instalações. No entanto, ao longo das últimas décadas, uma sucessão de diplomas legislativos federais e de reinterpretações jurisprudenciais pelo STF operou uma profunda mutação constitucional no escopo das competências das Guardas Municipais. Esse processo já é uma realidade na cidade do Rio de Janeiro, onde a Lei Complementar n.º 282/2025 institucionalizou uma espécie de tropa de elite armada municipal. Defende-se, ao revés, que o incremento do papel das Guardas seja tomado como uma janela de oportunidade para a experimentações democráticas, a partir das quais a governança policêntrica e a coparticipação cidadã subvertam a tradição bélica das polícias e reformulem a tônica das políticas de segurança urbana.

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Por Anna Alvim

Âncora 8

Como a Prefeitura do Rio usou subvenção, fomento e chamamento público para transformar uma rua abandonada no Centro em um polo cervejeiro — e o que isso tem a ver com o Direito Administrativo.

A recente reedição da "gratificação faroeste" (ou “bonificação por bravura”) pela Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro instituiu a premiação pela letalidade da polícia civil estadual. Ao retribuir financeiramente a “neutralização de criminosos” e ignorar as diretrizes do Supremo Tribunal Federal no julgamento da ADPF das Favelas, o Estado do Rio de Janeiro cria um paradoxo irremediável, que acentua a crise da segurança pública fluminense e endossa a necropolítica como técnica de governo.

Âncora 7
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Por Anna Alvim

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Âncora 6
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Há exatos 138 anos princesa Isabel promulgava a Lei Áurea pela qual abolia de vez a escravidão no Brasil. Mas essa liberdade transcrita pelo jurista baiano Ruy Barbosa não se deu pela bela benevolência da herdeira do trono real brasileiro, mas por muita pressão. As discussões eram acaloradas no parlamento conforme descreveu o jurista Joaquim Nabuco em sua publicação Abolicionistas. Tanto Ruy Barbosa quanto Joaquim Nabuco eram mulatos com grande respaldo no Brasil Império. Mas não eram os únicos a lutar pelo fim da escravatura dos negros. O problema é que se deu liberdade, mas faltou a inclusão social e aqueles que eram escravizados pelos senhores alvos passaram a ser escravos da fome, da miséria e da falta de oportunidade. E até nos dias atuais a escravidão se perpetua afrontando a dignidade da pessoa humana. A Lei Áurea se esqueceu de liberdades humanas as quais foram resgatadas pela Lei nº 9.365/2026 ou simplesmente a Lei do DNA.

Edição extra: especial de 13 de maio

Editor: Alexandre Magno Antunes de Souza

Revisores: Andreu Wilson e Ana Mendes Cosenza 

Por Rafael Alves Carvalho

Âncora 5

O decreto que não viveu para ver o outono!

Por Luís Coelho da Silva Júnior

Editado na véspera da saída do ex-governador Cláudio Castro, o Decreto n. 50.236/2026 flexibilizava regras ambientais para áreas protegidas do estado do Rio de Janeiro. Revogado pelo governador interino Ricardo Couto de Castro menos de um mês depois, o ato normativo mal chegou a produzir efeitos – e já suscita debates sobre retrocesso ambiental.

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Por Luís Coelho da Silva Júnior

Âncora 4
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Por Marcus Waldhelm de Moura

No dia 6 de maio de 2026, o Supremo Tribunal Federal deverá enfrentar o mérito da ADI nº 4.917 e das ações conexas que questionam a constitucionalidade da Lei nº 12.734/2012, norma que alterou os critérios de distribuição dos royalties e das participações especiais decorrentes da exploração de petróleo e gás natural.

Âncora 3

Com a saída de Claudio Castro, o cargo de governador do Rio de Janeiro vem passando por reviravoltas a cada momento. O que se tem até agora é a governança carioca interina sob o comando do presidente do TJRJ, o desembargador Ricardo Couto de Castro.

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Por Luís Coelho da Silva Júnior

Âncora 2

Como a gestão unificada dos aeroportos de Congonhas e Galeão pela concessionária Aena pode salvar o terminal carioca da subutilização. Aborda a estratégia de transformar o Galeão em um "hub" internacional alimentado pelo mercado paulista, as vantagens logísticas para o transporte de cargas e o desafio da concorrência com o Santos Dumont. É o Direito Administrativo aplicado à eficiência e ao desenvolvimento do Rio.

Âncora 1

O Supremo Tribunal Federal (STF) inaugurou nesta semana o julgamento de duas ações de natureza e objeto distintos, mas funcionalmente conexas, que versam sobre o formato das eleições para o mandato-tampão de governador e vice-governador do Estado do Rio de Janeiro: a Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 7942, de relatoria do Ministro Luiz Fux, e a Reclamação (RCL) 92.644, relatada pelo Ministro Cristiano Zanin.

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Por Victoria Volpini Ferreira Zago

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